Este é o berçário de estrelas NGC 3603. Chamada de “fábrica cósmica” pelo ESO, essa região forma freneticamente estrelas em suas nuvens de gás e poeira. Além disso, é uma das áreas deste tipo mais próximas da Terra, a “apenas” 22 mil anos-luz do Sol, o que ajuda os astrônomos a estudarem a formação de estrelas, muito comum em outras galáxias, mas longe demais para estudos detalhados.
A aranha Theridion grallator, do Havaí, tem apenas alguns milímetros, mas é capaz de confundir seus predadores com um belo "sorriso". Segundo pesquisadores, animais pensam duas vezes antes de comer algo que não conhecem, é aí que mora o truque do aracnídeo.
Uma “piscina” de galáxias distantes. Esta imagem foi feita a partir de observações em um período de 40 horas e constitui a mais profunda imagem em banda U já registrada da superfície do planeta. Algumas galáxias são 1 bilhão de vezes menos brilhantes que a capacidade do olho humano em vê-las.
No Brasil, algumas lagartas também conseguem se disfarçar de cobra.
Este mosaico de três cores compõe a imagem da nebulosa Águia (Messier 16, ou NGC 6611), com base em imagens obtidas com a câmera Wide-Field Imager no telescópio MPG/ESO de 2,2 m no Observatório de La Silla.
Essa lagarta, comum nos Estados Unidos, ao se transformar em borboleta perde o "disfarce" mostrado nas duas fotos anteriores.
A região de formação estelar ao redor da estrela R Coronae Australis foi registrada em 12 frames, cada um com 67 megapixels, que formam esta imagem.
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